ROB-Rede de Omolokô do Brasil

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LUTO

(MAMETO WALDIVIA D' OXALÁ E PAI JOSÉ D' OGUM(eu estava c erê) ***FALECEU HJ 21/01/10 EM FORTALEZA ALADE EBA WALDIVIA D' OXALA (MINHA QUERIDA E AMADA MÃE DE SANTO)
Nas águas Da Cascata Que Oxum Apareceu
Vinha vindo pelas matas
Refletia na cascata uma flor a se banhaaarr
Era de grande beleza refletia tal pureza
Perfumava todo aaarr
Foi desde então que compreendi

Que a linda flor que eu vi
Era a Deusa do congaaar
Aieieo Aieieo
Foi nas águas da cascata que a Oxum apareceu....
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"Divergência de opinião jamais deve ser motivo para hostilidade." Mahatma ghandi

"Não vemos as coisas como são, vemos como somos."


FRASE DA SEMANA Ficar contente com a infelicidade do inimigo, com seu desespero, sentir-se vingado pelo que ele o fez passar, nunca vai trazer a você felicidade. Dalai Lama

"Algumas pessoas tomam, com frequência, como crítica pessoal, aspectos do comportamento humano rejeitados pelo senso comum, os quais, em conversa descontraída, alguém levanta simplesmente a título de observação ou de questionamento próprio"







Ervas e folhas dos Orixás ervasfolhasewes-1

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BAOBÁ - A ÁRVORE SAGRADA

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A encruzilhada do Daime (Assunto polêmico)

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BABA IFAJÈMI

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Postado por BABA IFAJÈMI em 7 fevereiro 2010 às 16:45

Solange Rodrigues

PURA ENERGIA

Postado por Solange Rodrigues em 7 fevereiro 2010 às 16:38

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Postado por Pai Jose d' Ogum (LUTO) em 7 fevereiro 2010 às 1:30

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Postado por Solange Rodrigues em 5 fevereiro 2010 às 17:02

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A Importancia da AGUA nos Rituais

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Postado por Zenóbio de Figueiredo em 3 fevereiro 2010 às 8:11 ‚Äî 2 Comentários

Pai Jose d' Ogum (LUTO)

mezinhas e simpatias

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KIÔCOS DE LUNDA - A RAIZ AFRICANA DO OMOLOKÔ
Na antiguidade o povo Kiôco, conquistador por natureza, espalhou-se por diversos pontos da África Central, povoando uma grande extensão de terras, compreendidas desde a região Sudeste até a Nordeste da República Democrática de Angola, ocupando também parte da República Democrática do Congo e de Zâmbia.Foi em Lunda, uma província dividida em Lunda do Norte e Lunda dos Sul, situada no nordeste de Angola, onde houve a maior concentração desse povo e de onde surgiu o termo Kiôcos de Lunda. O idioma predominantemente usado pelos Kiôcos de Lunda é o Kimbundu, que influenciou a língua portuguesa a ponto de acoplar nela diversos termos como: samba, umbanda, etc.A geografia na área ocupada pelos Kiôcos, tanto dispunha de bosques densos e florestas tropicais às margens dos rios Kasai e Kwilu, quanto de planícies de savana e de imensos planaltos gramados desde a parte central angolana até a margem rio Zambezi na Zâmbia ocidental. Nesse "habitat" fartamente banhado pela natureza, cultuavam e louvavam o sagrado. Os Kiôcos desenvolveram e mantiveram a sua identidade cultural adaptando-se a influências externas. O sucesso dos Kiôcos e de sua sobrevivência foram resultado de sua flexibilidade cultural e de sua habilidade para se adaptarem às mudanças iminentes em toda África e fora dela. Falamos das raízes africanas trazidas pelos negros Kiôcos.


"Você jamais terá de explicar alguma coisa que não disse."

Awa iyo mà ranti. Ranti ile idaI bàbá wa. Olodumare yio ran IWQ Iowo. Ase ati alà fia. Nós vamos continuar lembrando. Lembrando as origens, costumes e cultura de nossos ancestrais. Que Olodumare lhe estenda a mão. Axe e tudo de bom.

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Pai José d' Ogun
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"Ando devagar, mas nunca ando para trás." --Abraham Lincoln

"Todos vêem aquilo que pareces, poucos sentem o que és." Nicolau Maquiavel

Quem foi Tancredo da Silva Pinto, considerado o organizador do culto Omoloko no Brasil?

Tancredo da Silva Pinto, Tatá Ti Inkice, nasceu no dia 10 de agosto de 1904, no Município de Cantagalo-RJ. Ainda na adolescência foi morar na cidade do Rio de Janeiro, na época Distrito Federal. Seus pais eram Belmiro da Silva Pinto e Edwiges de Miranda Pinto, e seus avós maternos eram Manoel Luiz de Miranda e Henriqueta Miranda. Seu avô fundou os primeiros blocos carnavalescos da localidade Avança” e “Treme Terra” e o “Cordão Místico”, uma mistura de caboclo com ritual africano, no qual uma tia sua chamada Olga saía fantasiada como Rainha Ginga, rainha do antigo reino de Matamba. Em 1950, fundou a Federação Umbandista de Cultos Afro-Brasileiros para resistir as grandes perseguições que a Umbanda sofria em diversos Estados brasileiros. Fundou Federações nos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul e Pernambuco, entre outras, objetivando organizar e dar maior respeitabilidade e personalidade aos cultos afro-brasileiros. Com o intuito de divulgar os cultos afros, criou as festas religiosas de Yemanjá, no Rio de Janeiro; a festa a Yaloxá, em Pampulha e Cruzandê, em Minas Gerais; a festa do Preto Velho, em Inhoaíba, homenageando a grande yalorixá Mãe Senhora, na cidade do Rio de Janeiro; festa de Xangô em Pernambuco; o evento “Você sabe o que é Umbanda?”, realizado no Estádio do Maracanã, na Administração do Dr. Carlos Lacerda, e, finalmente a Festa da Fusão do Estado do Rio de Janeiro com o Estado da Guanabara, realizada no centro da Ponte Rio-Niterói. Recebeu em Sessão Solene na Câmara Estadual do antigo Estado da Guanabara e também da Câmara Municipal de Itaguaí, o Título de Cidadão Carioca, pelos serviços prestados em favor do povo umbandista. Tancredo escreveu mais de trinta obras literárias divulgando a Umbanda, entre elas: Iyao, Camba de Umbanda, Catecismo de Umbanda, Negro e Branco na Cultura Religiosa Afro-Brasileira, As Mirongas de Umbanda, Cabala Umbandista, Doutrina e Ritual de Umbanda no Brasil, Revista Mironga, entre outras. Tancredo da Silva Pinto foi sepultado no dia 02 de setembro de 1979, às 15:00hs, na quadra 70, carneiro 3810, no Cemitério de São Francisco Xavier, à Rua Pereira de Araújo, nº. 44, no Rio de Janeiro-RJ. As despedidas ao corpo de Tancredo foram realizadas no Ilê de Umbanda Babá Oxalufan, situado a Avenida dos Italianos nº.1120 em Coelho Neto, onde seu corpo foi velado. No livro de registro de filhos de santo estão registrados mais de 3.566 filhos de santos que foram iniciados pelo Tatá Ti Inkice. O Sirum (Axexê), cerimônia de encomenda do corpo de pessoa falecida foi realizado por José Catarino da Costa, conhecido como Zé Crioulo, filho de Xapanam e confirmado como Ogan Kalofé no Terreiro de Tio Paulino da Mata e Tia Olga da Mata.

O motivo que levou Tancredo a criar federações umbandistas para defender os direitos dos cultos afro-brasileiros desenrolou-se na casa de santo de sua tia Olga da Mata. Estando em casa de sua tia Olga da Mata, na Avenida Nilo Peçanha, 2.153, em Duque de Caxias, onde funcionava o Terreiro São Manuel da Luz. Lá, Xangô manifestou-se e disse: “Você deve fundar uma sociedade para proteger os umbandistas, a exemplo da que você fundou para os sambistas, pois eu irei auxiliá-lo nessa tarefa”. Após esse fato, ele fundou a Confederação Umbandista do Brasil, usando parte do pagamento recebido pelo direito autoral do samba “General da Banda”, gravado por Bleckaute e ajudou a fundar em outros estados outras federações umbandistas para defender os direitos dos cultos afro-brasilieiros. Segundo Tancredo da Silva Pinto, a primeira sociedade umbandista criada para defender os direitos dos umbandistas no Rio de Janeiro e no Brasil foi a União, fundada em 1941. Segundo ele, naquela época, devido às perseguições policiais, os cultos eram acompanhados por bandolim, cavaquinho e órgão, porque não era permitido tocar tambor (atabaques). No Rio de Janeiro, os cultos afro-brasileiros foram professados dessa maneira até 1950. Coisa semelhante acontecia nos terreiros de Umbanda em Florianópolis, onde as giras eram acompanhadas por palmas e eram realizas quase sempre em horários alternados entre a tarde e a noite.

Em Belo Horizonte, foi institucionalizado o dia 10 de agosto como sendo o dia consagrado a Nação Omoloko, conforme registro em Ata elaborada em reunião realizada à Rua Conde Déu nº.422, Bairro Vera Cruz, Belo Horizonte, na sede da Fraternidade para Estudos e Práticas Mediúnicas, presidida pelo Dr. Wamy Guimarães, Okala de Xangô e filho de santo do Tatá Tancredo.

A bandeira que representa a Nação Omoloko acha-se em exposição na Tenda Espírita Três Reis de Umbanda, à Rua Basílio de Brito, 43, Cachambi, Méier, Rio de Janeiro. Esta bandeira, trazida da África pelo Dr. Antônio Pereira Camelo, foi enviada por um Tatá Zambura da Guiné para que fosse entregue a Tancredo da Silva Pinto. A bandeira é na cor verde garrafa, com o desenho de uma pena branca no centro e uma linha longitudinal branca partindo do canto esquerdo superior para o canto direito inferior da bandeira, que mede aproximadamente 50x50 de cumprimento e largura.

Pesquisas mais recentes dão conta de que a origem do nome Omoloko pode também estar ligado ao povo Loko, que era governado pelo rei Farma, no Sertão de Serra Leoa. Ele foi o rei mais poderoso entre todos os Manes. Sua cidade chamava-se “Lokoja” e localizava-se a margem do Rio Mitombo, afluente do rio Bênue, que por sua vez é afluente do grande rio Niger. Lokoja ficava próxima do reino Yoruba. O povo Loko também era conhecido pelos nomes de Lagos, Lândogo e Sosso. O nome “Loko” foi primeiramente registrado em 1606. Também há registro de desse povo com o nome de Loguro. Os Lokôs viveram até 1917 a oriente dos Temnis de Scarcies. De acordo com pesquisas realizadas, a tribo Loko estava divida em tribos menores ao longo dos Rios Mitombo, Bênue e Níger, e no litoral de Serra Leoa. Em 1664, o filho do rei Farma foi batizado com o nome de D. Felipe. Evidentemente torna-se claro que o principio da sincretização afro-católica já acontecia na África antes da vinda dos africanos ao Brasil. Acredita-se que a Tribo Loko pertencia a um grupo maior chamado Mane, e que os povos dessa tribo vindos escravizados para o Brasil formaram o que hoje conhecemos como Nação Omoloko. Os povos Mane tinham por costume usar flechas envenenadas e arcos curtos, espadas curtas e largas, azagaias, dardos e facas que traziam amarrados embaixo do braço. Para combater o veneno de suas flechas, em caso de acidente, usavam uma bolsinha com um antídoto. Avisavam os seu inimigos o dia em que iriam atacá-los através de palhas - “tantas palhas, tantos dias para o ataque”. Traziam no braço e nas pernas manilhos de ouro e prata. Também eram amigos do brancos que invadiram a África Negra. Adoravam assentamentos de deuses e ídolos de madeira em figura de homem e animais. Quando não venciam as guerras açoitavam os ídolos e quando as batalhas eram vencidas eles ofereciam aos deuses comidas e bebidas. Chamavam as mulheres de “cabondos” e tinham como marca a ausência dos dois dentes da frente.

Em Florianópolis, talvez o único terreiro de Nação Omoloko existente na cidade seja a Tenda Espírita de Umbanda Juraciara, onde ritual de feitura é proveniente de uma pequena tribo chamada Arigole, que conforme pesquisas bibliográfica pertencia ao grande grupo dos Lunda-Quiôco. Contudo, o ritual de maneira geral, sofreu, como todos os outros no Brasil, influências dos Cultos Yoruba e Gêge na culinária, na liturgia dos rituais sagrados aos orixás, a introdução de novos Orixás ao cultos, no vocabulário.... Os africanos yoruba foram um dos últimos grupos afro a vir para o Brasil. Talvez por causa deste fato sua cultura religiosa predominou sobre as demais, influenciando às culturas minoritárias já existentes, escravizadas, aqui no Brasil. A Tenda Espírita de Umbanda Juraciára funciona na Ilha de Santa Catarina, hoje também conhecida como “Ilha da Magia” em Florianópolis, e é proveniente da Tenda Espírita de Umbanda São Sebastião que ficava no continente, no Bairro de Coqueiros, também em Florianópolis. Este terreiro foi um dos primeiros a ser estruturado em hierarquia sacerdotal em Florianópolis. A Yalorixá da Casa chamava-se Juracema Rodriguês, e era proveniente do Rio Grande do Sul, feita no ritual de Nação (Batuque).


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“ E Tempo Zará e Tempo Zará Tempo ô!
E Tempo para trabalhar…
E Tempo Zará e Tempo Zará Tempo ô!
E Tempo para comer…
E Tempo Zará e Tempo Zará Tempo ô!
E Tempo para beber…
E Tempo Zará e Tempo Zará Tempo ô!
E Tempo para viver…”

Mba kukunda ngana Nzambi Mpungu. Louvado seja Deus Todo Poderoso


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ORIGEM DO OMOLOKO A palavra OMOLOKO é formada pelos 4 elementos da natureza - água, terra, fogo e ar as letras "O" da palavra OMOLOKO, mais as letras M, L, K, que iniciam os nomes de tres nações africanas ( malês, Luanda e Kiokos), nações estas das quais herdamos os principios e fundamentos de culto aos Orixás.
O SIGNIFICADO DA NAÇÃO OMOLOKO.
O OMI (agua)
M MALES -tribo africana
O ODUDUWA ( terra)

L LUANDA - tribo africana
O -AGUIRÊ (fogo)
K - KIOKO - tribo africana
O - AFEFÊ ( ar)
OS MALES, OS LUANDAS E OS KIOKOS, EXISTENCIALISTAS, ADORADORES E DEFENSORES DA NATUREZA, justamente por acreditarem que dela advém todos os poderes sobre a vida e a morte, a saude e a doença depositavam sua crença no fato de que os elementos naturais como a água, o fogo, os ventos e as brisas, a lua , a terra e tudo o que dela brota fecundado pelas forças da agua, do ar e da luz do sol é que fazem jorrar da vida e a saude. Defendiam e acreditavam que os seres hunmanos só teriam força, saúde e paz hormonia e felicidade se cuidassem, cultuassem e defendessem a natureza, porque dela emanam todas as forças e energias do bem e da propria vida.
Essas nações africanas, por suas crenças sábias, adotaram como seu protetor, Xangô, a energia das chuvas fortes acompanhadas de relâmpagos e trovoadas. Isto porque eles acreditavam que estas chuvas lavavam a terra, trazendo novas energias positivas. Xangô foi eleito o único rei e dono da coroa de cada ser humano sobre a terra. Quando ocorriam estas tempestades, os povos destas nações homenageavam e pediam a proteção do rei gritando: KAWÓ KABECILÊ, OBÁ ZEZZÉM, BEMBE!, Cujo siginificado quer dizer: a tí rendemos nosso respeito, pedindo graças, justiça e proteção com seu raio luminoso. Isto tambem porque eles acreditavam que o raio era para significar a justiça no sentido de propiciar o bem aos nobres e justos de caráter e coração e as consequencias nefastas aqueles que fazem o mal.
Daí a origem da nação, fusão do axé e da sabedoria destes povos que viviam às margens do Rio Zambeza, que levam no camutuê (cabeça) a coroinha, protegendo o ori com o ojá e o barrete.
Apesar de controvercia e questionada a historia da Nação Omoloko perante os demais seguimentos de Umbanda isto se deve ao fato de que foram poucos os imigrantes escravizados das nações que vieram para o Brasil, fato esse que impediu uma maior divulgação desta cultura . Isto porque sua cultura e grau evolutivo eram maiores do que a de outras nações afros, por sua capacidade de resistir e lutar contra o invasor branco, sendo a maioria aqui feita escrava, pertencente a nobreza africana.
A expressão máxima de nossa cultura foi difundida por Chico Rey, o mesmo que introduziu a "Congada" no Brasil. Diz-se que a cultura dos povos dessa nações cujas idéias herdamos e cultuamos, foi herdada de Moisés, durante sua longa prerigrinação pelo continente africano junto com o povo hebreu ( êxodo), ocasião essa em que lhes foram revelados os segedos da CABALAH HEBRAICA, da qual muitos se fizeram mestres.
Ainda a estes povos atribui-se o poder de detectar metais nobres, o que explica sua maior concentração no atual Estado de Minas Gerais.
o precusor do OMOLOKO no Brasil foi o Tata Ti Ynkice Tancredo da Silva Pinto, o primeiro Cumbabizambe (batizado em nome de Oxalá) do Estado do Rio de Janeiro. Ele introduziu a bandeira das nações Malês, Luanda e Kioko e o nome do Culto, Omoloko, segundo o anagrama cabalistico em que se consorciam oe elementos constitutivos do Universo, já tão conhecidos da civilizações greco-romanas, egípcias e mesopotâmicas.


"


FILHOS DE N´ZAMBI De: Helcias Pereira Palmares, Palmares, Palmares...
N´Zambi sabe a luta que foi palmares,
Dos sonhos de Aqualtune
Ao atravessar os mares,
Dos guerreiros que sonharam
Com o apogeu da liberdade.

Desde Dambrabanga à Amaro,
Sabalangá a Subupira,
Ozenga que seria atalho,
A Cucaú zona de ira.

E lá pra bandas do Sumidouro,
Onde não se ouve os adulfes,
Das armadilhas de Andalaquituche
Gritou-se em guerra um só coro.

Viva Ganga-Zumba o rei primeiro,
Cujo sangue reinou hereditário,
Nas veias de Toculo e Acaiuba, grandes corsários,
Guerreiros que fortaleceram outros guerreiros.

Viva Acotirene que mexe em nossa memória,
Das poucas mulheres que viveram a poliandria,
Dos homens unidos que sustentaram essa história,
Das crianças livres que viveram essa alegria.

Viva os quilombolas que nos trouxeram aqui,
Salve os Mocambos antes e ainda resistentes,
Axé para o povo que continua a luta dessa gente,
Viva! Viva, o nosso grande Rei Zumbi!

Coord. do Centro de Cultura e Estudos Étnicos - ANAJO
Membro do Instituto Magna Mater

Já perdoei erros quase imperdoáveis, tentei substituir pessoas insubstituíveis e esquecer pessoas inesquecíveis. Já fiz coisas por impulso, já me decepcionei com pessoas quando nunca pensei me decepcionar, mas também decepcionei alguém. Já abracei para proteger, já dei risada quando não podia, fiz amigos eternos, amei e fui amado, mas também fui rejeitado, fui amado e não amei. Já gritei e pulei de tanta felicidade, já vivi de AMOR e quebrei a cara muitas vezes! Já CHOREI ouvindo música e vendo fotos, já liguei só para ouvir a voz, me apaixonei por um sorriso, já pensei que fosse morrer de tanta saudade, tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo)! Mas vivi!Viva! Não passo pela vida... você também não deveria passar! Bom mesmo é ir à luta com determinação, abraçar a vida e viver com paixão, perder com classe e vencer com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve e a vida é muito para ser insignificante." Charles Chaplin





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O Kimbundu dos ancestrais

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Dimi dyetu, kifa kyetu
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Anga kifa kyetu, mwenyu w’etu
E nossa cultura,(é) nossa alma

Ki fwa o dimi, mwenyu u fwa we!
Morre a língua, a alma morre também!

Bwamoxi twondo banga ibaku ya mbote
Juntos faremos criações boas

Kwaku ni kwaku u sukula mukwa
Uma mão lava a outra

Mayadi, ma sukula mu polo!
As duas lavam a face

Ukwenze wa-la mu dimi dia many’etu
O vigor (fortidão) está na língua da nossa mãe

Mutu kene dimi, kene ukwenze
Pessoa sem língua, não tem vigor

Anga mutu kene ukwenze, kene mutu
E pessoa sem vigor, não é pessoa

Kiyama kia muxitu ngo!
Somente bicho do mato !

Dimi dyetu, kifa kyetu
Nossa língua, nossa cultura

Anga kifa kyetu, mwenyu w’etu
E nossa cultura, é nossa alma

Ki fwa o dimi, mwenyu u fwa we!
Morre a língua, a alma morre também

Zwelenu ni tangenu, zwelenueeh
Falai e lede, falaiiii!

Kimbundu kia akulu-a-ndamba
O Kimbundu dos ancestrais

An’a Ngola ku Luanda kuna
Filhos de Angola alí em Luanda

Kondekenu dimi dia ‘xi y’etu!
Honrai a língua da nossa terra


Kiba-Mwenyu

v • d • e
Mitologia Africana
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Criei essa rede com o intuito de falarmos mais sobre o Culto Omolokô,mas o omolokô se identifica muito com a Umbanda e o Candomblé então resolvie comentar sobre tds as religiões afro-brasileiras,afinal tds são irmãs,claro q sem desviar o meu fóco para a minha nação que é o Omolokô Lunda-Kiôco.A rob é um site que possue irmãos de todas as nações e isso é muito importante para que possamos nos respeitar e nos unir na mesma fé em Orixalá.Sejam tds sempre bem vindo,essa rede está de portas abertas p lhe receber.PAI JOSÉ D' OGUN tatajoseode@gmail.com