






![]()




Postado por BABA IFAJÈMI em 9 fevereiro 2010 às 18:20
Postado por Solange Rodrigues em 8 fevereiro 2010 às 20:48
Postado por Zenóbio de Figueiredo em 7 fevereiro 2010 às 20:32
Postado por BABA IFAJÈMI em 7 fevereiro 2010 às 16:45
Postado por Solange Rodrigues em 7 fevereiro 2010 às 16:38
Postado por Pai Jose d' Ogum (LUTO) em 7 fevereiro 2010 às 1:30
Postado por Solange Rodrigues em 5 fevereiro 2010 às 17:02
Postado por Solange Rodrigues em 5 fevereiro 2010 às 17:02
Postado por Solange Rodrigues em 5 fevereiro 2010 às 17:01
Postado por Solange Rodrigues em 5 fevereiro 2010 às 17:00
Postado por Solange Rodrigues em 5 fevereiro 2010 às 16:59
Postado por Solange Rodrigues em 5 fevereiro 2010 às 16:59
Postado por Pai Jose d' Ogum (LUTO) em 5 fevereiro 2010 às 1:00
Postado por Pai Jose d' Ogum (LUTO) em 4 fevereiro 2010 às 22:00
Postado por Gipsy Red Rose em 4 fevereiro 2010 às 20:00
Postado por Pai Jose d' Ogum (LUTO) em 3 fevereiro 2010 às 13:27
Postado por Zenóbio de Figueiredo em 3 fevereiro 2010 às 8:11 ‚Äî 2 Comentários
Postado por Pai Jose d' Ogum (LUTO) em 2 fevereiro 2010 às 18:17
Postado por Pai Jose d' Ogum (LUTO) em 2 fevereiro 2010 às 17:22
Postado por Pai Jose d' Ogum (LUTO) em 31 janeiro 2010 às 3:29
5 membros
21 membros
44 membros
22 membros
20 membros
126 membros
70 membros
38 membros
50 membros
87 membros
87 membros
55 membros
53 membros
55 membros
59 membros
2 membros
23 membros
12 membros
Adicionado por Zenóbio de Figueiredo
Adicionado por Zenóbio de Figueiredo
Adicionado por jussarafilomenasoares
Adicionado por jussarafilomenasoares
Adicionado por jussarafilomenasoares
Adicionado por jussarafilomenasoares
Adicionado por Pai Jose d' Ogum (LUTO)
Adicionado por Biografia RJ
Adicionado por Biografia RJ
Registre-se para bater papo em ROB-Rede de Omolokô do Brasil








|
Pai José d' Ogun Administrador |




|
O motivo que levou Tancredo a criar federações umbandistas para defender os direitos dos cultos afro-brasileiros desenrolou-se na casa de santo de sua tia Olga da Mata. Estando em casa de sua tia Olga da Mata, na Avenida Nilo Peçanha, 2.153, em Duque de Caxias, onde funcionava o Terreiro São Manuel da Luz. Lá, Xangô manifestou-se e disse: “Você deve fundar uma sociedade para proteger os umbandistas, a exemplo da que você fundou para os sambistas, pois eu irei auxiliá-lo nessa tarefa”. Após esse fato, ele fundou a Confederação Umbandista do Brasil, usando parte do pagamento recebido pelo direito autoral do samba “General da Banda”, gravado por Bleckaute e ajudou a fundar em outros estados outras federações umbandistas para defender os direitos dos cultos afro-brasilieiros. Segundo Tancredo da Silva Pinto, a primeira sociedade umbandista criada para defender os direitos dos umbandistas no Rio de Janeiro e no Brasil foi a União, fundada em 1941. Segundo ele, naquela época, devido às perseguições policiais, os cultos eram acompanhados por bandolim, cavaquinho e órgão, porque não era permitido tocar tambor (atabaques). No Rio de Janeiro, os cultos afro-brasileiros foram professados dessa maneira até 1950. Coisa semelhante acontecia nos terreiros de Umbanda em Florianópolis, onde as giras eram acompanhadas por palmas e eram realizas quase sempre em horários alternados entre a tarde e a noite. Em Belo Horizonte, foi institucionalizado o dia 10 de agosto como sendo o dia consagrado a Nação Omoloko, conforme registro em Ata elaborada em reunião realizada à Rua Conde Déu nº.422, Bairro Vera Cruz, Belo Horizonte, na sede da Fraternidade para Estudos e Práticas Mediúnicas, presidida pelo Dr. Wamy Guimarães, Okala de Xangô e filho de santo do Tatá Tancredo. A bandeira que representa a Nação Omoloko acha-se em exposição na Tenda Espírita Três Reis de Umbanda, à Rua Basílio de Brito, 43, Cachambi, Méier, Rio de Janeiro. Esta bandeira, trazida da África pelo Dr. Antônio Pereira Camelo, foi enviada por um Tatá Zambura da Guiné para que fosse entregue a Tancredo da Silva Pinto. A bandeira é na cor verde garrafa, com o desenho de uma pena branca no centro e uma linha longitudinal branca partindo do canto esquerdo superior para o canto direito inferior da bandeira, que mede aproximadamente 50x50 de cumprimento e largura. Pesquisas mais recentes dão conta de que a origem do nome Omoloko pode também estar ligado ao povo Loko, que era governado pelo rei Farma, no Sertão de Serra Leoa. Ele foi o rei mais poderoso entre todos os Manes. Sua cidade chamava-se “Lokoja” e localizava-se a margem do Rio Mitombo, afluente do rio Bênue, que por sua vez é afluente do grande rio Niger. Lokoja ficava próxima do reino Yoruba. O povo Loko também era conhecido pelos nomes de Lagos, Lândogo e Sosso. O nome “Loko” foi primeiramente registrado em 1606. Também há registro de desse povo com o nome de Loguro. Os Lokôs viveram até 1917 a oriente dos Temnis de Scarcies. De acordo com pesquisas realizadas, a tribo Loko estava divida em tribos menores ao longo dos Rios Mitombo, Bênue e Níger, e no litoral de Serra Leoa. Em 1664, o filho do rei Farma foi batizado com o nome de D. Felipe. Evidentemente torna-se claro que o principio da sincretização afro-católica já acontecia na África antes da vinda dos africanos ao Brasil. Acredita-se que a Tribo Loko pertencia a um grupo maior chamado Mane, e que os povos dessa tribo vindos escravizados para o Brasil formaram o que hoje conhecemos como Nação Omoloko. Os povos Mane tinham por costume usar flechas envenenadas e arcos curtos, espadas curtas e largas, azagaias, dardos e facas que traziam amarrados embaixo do braço. Para combater o veneno de suas flechas, em caso de acidente, usavam uma bolsinha com um antídoto. Avisavam os seu inimigos o dia em que iriam atacá-los através de palhas - “tantas palhas, tantos dias para o ataque”. Traziam no braço e nas pernas manilhos de ouro e prata. Também eram amigos do brancos que invadiram a África Negra. Adoravam assentamentos de deuses e ídolos de madeira em figura de homem e animais. Quando não venciam as guerras açoitavam os ídolos e quando as batalhas eram vencidas eles ofereciam aos deuses comidas e bebidas. Chamavam as mulheres de “cabondos” e tinham como marca a ausência dos dois dentes da frente. Em Florianópolis, talvez o único terreiro de Nação Omoloko existente na cidade seja a Tenda Espírita de Umbanda Juraciara, onde ritual de feitura é proveniente de uma pequena tribo chamada Arigole, que conforme pesquisas bibliográfica pertencia ao grande grupo dos Lunda-Quiôco. Contudo, o ritual de maneira geral, sofreu, como todos os outros no Brasil, influências dos Cultos Yoruba e Gêge na culinária, na liturgia dos rituais sagrados aos orixás, a introdução de novos Orixás ao cultos, no vocabulário.... Os africanos yoruba foram um dos últimos grupos afro a vir para o Brasil. Talvez por causa deste fato sua cultura religiosa predominou sobre as demais, influenciando às culturas minoritárias já existentes, escravizadas, aqui no Brasil. A Tenda Espírita de Umbanda Juraciára funciona na Ilha de Santa Catarina, hoje também conhecida como “Ilha da Magia” em Florianópolis, e é proveniente da Tenda Espírita de Umbanda São Sebastião que ficava no continente, no Bairro de Coqueiros, também em Florianópolis. Este terreiro foi um dos primeiros a ser estruturado em hierarquia sacerdotal em Florianópolis. A Yalorixá da Casa chamava-se Juracema Rodriguês, e era proveniente do Rio Grande do Sul, feita no ritual de Nação (Batuque). |




|
O SIGNIFICADO DA NAÇÃO OMOLOKO. O OMI (agua) M MALES -tribo africana O ODUDUWA ( terra) L LUANDA - tribo africana O -AGUIRÊ (fogo) K - KIOKO - tribo africana O - AFEFÊ ( ar) OS MALES, OS LUANDAS E OS KIOKOS, EXISTENCIALISTAS, ADORADORES E DEFENSORES DA NATUREZA, justamente por acreditarem que dela advém todos os poderes sobre a vida e a morte, a saude e a doença depositavam sua crença no fato de que os elementos naturais como a água, o fogo, os ventos e as brisas, a lua , a terra e tudo o que dela brota fecundado pelas forças da agua, do ar e da luz do sol é que fazem jorrar da vida e a saude. Defendiam e acreditavam que os seres hunmanos só teriam força, saúde e paz hormonia e felicidade se cuidassem, cultuassem e defendessem a natureza, porque dela emanam todas as forças e energias do bem e da propria vida. Essas nações africanas, por suas crenças sábias, adotaram como seu protetor, Xangô, a energia das chuvas fortes acompanhadas de relâmpagos e trovoadas. Isto porque eles acreditavam que estas chuvas lavavam a terra, trazendo novas energias positivas. Xangô foi eleito o único rei e dono da coroa de cada ser humano sobre a terra. Quando ocorriam estas tempestades, os povos destas nações homenageavam e pediam a proteção do rei gritando: KAWÓ KABECILÊ, OBÁ ZEZZÉM, BEMBE!, Cujo siginificado quer dizer: a tí rendemos nosso respeito, pedindo graças, justiça e proteção com seu raio luminoso. Isto tambem porque eles acreditavam que o raio era para significar a justiça no sentido de propiciar o bem aos nobres e justos de caráter e coração e as consequencias nefastas aqueles que fazem o mal. Daí a origem da nação, fusão do axé e da sabedoria destes povos que viviam às margens do Rio Zambeza, que levam no camutuê (cabeça) a coroinha, protegendo o ori com o ojá e o barrete. Apesar de controvercia e questionada a historia da Nação Omoloko perante os demais seguimentos de Umbanda isto se deve ao fato de que foram poucos os imigrantes escravizados das nações que vieram para o Brasil, fato esse que impediu uma maior divulgação desta cultura . Isto porque sua cultura e grau evolutivo eram maiores do que a de outras nações afros, por sua capacidade de resistir e lutar contra o invasor branco, sendo a maioria aqui feita escrava, pertencente a nobreza africana. A expressão máxima de nossa cultura foi difundida por Chico Rey, o mesmo que introduziu a "Congada" no Brasil. Diz-se que a cultura dos povos dessa nações cujas idéias herdamos e cultuamos, foi herdada de Moisés, durante sua longa prerigrinação pelo continente africano junto com o povo hebreu ( êxodo), ocasião essa em que lhes foram revelados os segedos da CABALAH HEBRAICA, da qual muitos se fizeram mestres. Ainda a estes povos atribui-se o poder de detectar metais nobres, o que explica sua maior concentração no atual Estado de Minas Gerais. o precusor do OMOLOKO no Brasil foi o Tata Ti Ynkice Tancredo da Silva Pinto, o primeiro Cumbabizambe (batizado em nome de Oxalá) do Estado do Rio de Janeiro. Ele introduziu a bandeira das nações Malês, Luanda e Kioko e o nome do Culto, Omoloko, segundo o anagrama cabalistico em que se consorciam oe elementos constitutivos do Universo, já tão conhecidos da civilizações greco-romanas, egípcias e mesopotâmicas. |



"
|
FILHOS DE N´ZAMBI De: Helcias Pereira Palmares, Palmares, Palmares... N´Zambi sabe a luta que foi palmares, Dos sonhos de Aqualtune Ao atravessar os mares, Dos guerreiros que sonharam Com o apogeu da liberdade. Desde Dambrabanga à Amaro, Sabalangá a Subupira, Ozenga que seria atalho, A Cucaú zona de ira. E lá pra bandas do Sumidouro, Onde não se ouve os adulfes, Das armadilhas de Andalaquituche Gritou-se em guerra um só coro. Viva Ganga-Zumba o rei primeiro, Cujo sangue reinou hereditário, Nas veias de Toculo e Acaiuba, grandes corsários, Guerreiros que fortaleceram outros guerreiros. Viva Acotirene que mexe em nossa memória, Das poucas mulheres que viveram a poliandria, Dos homens unidos que sustentaram essa história, Das crianças livres que viveram essa alegria. Viva os quilombolas que nos trouxeram aqui, Salve os Mocambos antes e ainda resistentes, Axé para o povo que continua a luta dessa gente, Viva! Viva, o nosso grande Rei Zumbi! Coord. do Centro de Cultura e Estudos Étnicos - ANAJO Membro do Instituto Magna Mater Já perdoei erros quase imperdoáveis, tentei substituir pessoas insubstituíveis e esquecer pessoas inesquecíveis. Já fiz coisas por impulso, já me decepcionei com pessoas quando nunca pensei me decepcionar, mas também decepcionei alguém. Já abracei para proteger, já dei risada quando não podia, fiz amigos eternos, amei e fui amado, mas também fui rejeitado, fui amado e não amei. Já gritei e pulei de tanta felicidade, já vivi de AMOR e quebrei a cara muitas vezes! Já CHOREI ouvindo música e vendo fotos, já liguei só para ouvir a voz, me apaixonei por um sorriso, já pensei que fosse morrer de tanta saudade, tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo)! Mas vivi!Viva! Não passo pela vida... você também não deveria passar! Bom mesmo é ir à luta com determinação, abraçar a vida e viver com paixão, perder com classe e vencer com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve e a vida é muito para ser insignificante." Charles Chaplin |
Bem-vindo a
ROB-Rede de Omolokô do Brasil
Iniciado por PEDRO AUGUSTO em Umbanda e Candomblé. Última resposta de Fernando Martins de Oliveira Sob 3 horas atrás .
Iniciado por Pai Jose d' Ogum (LUTO) em Umbanda. Última resposta de LIGIA MARIA (MAMETUN UNVULA) 3 horas atrás .
Iniciado por Pai Jose d' Ogum (LUTO) em Umbanda. Última resposta de LIGIA MARIA (MAMETUN UNVULA) 1 dia atrás.
Iniciado por Pai Jose d' Ogum (LUTO) em Umbanda. Última resposta de jussarafilomenasoares 1 dia atrás.
Iniciado por José Roberto Molinari em Umbanda 1 dia atrás.
Iniciado por Pai Jose d' Ogum (LUTO) em Umbanda e Candomblé. Última resposta de Joao Batista 1 dia atrás.
Iniciado por ana paula lobato em Umbanda. Última resposta de fitvargas 1 dia atrás.
Iniciado por José Roberto Molinari em Umbanda. Última resposta de José Roberto Molinari 8 Fev.
Iniciado por Pai Jose d' Ogum (LUTO) em Umbanda. Última resposta de fitvargas 7 Fev.
Iniciado por José Roberto Molinari em Umbanda. Última resposta de Carlos Axogum Taiomi 7 Fev.
Carregando feed
Carregando feed



© 2010 Criado por Pai Jose d' Ogum (LUTO) no Ning. Crie uma Rede do Ning!
Badges | Relatar um incidente | Privacidade | Termos de serviço